Este é um artigo da Maritza Rosabal, Historiadora e formadora em matéria de género, área na qual trabalha desde 1996. Colabora com o ICIEG desde 2003, estando ligada a diversas produções tais como, a elaboração do relatório de Cabo Verde sobre o objectivo III do Milénio "Promover a igualdade de Género e a autonomia das Mulheres", o Plano Nacional para a Igualdade e Equidade de Género (PNIEG) e o Plano Municipal do Paúl nessa matéria.
Presentemente, em Cabo Verde, as organizações ligadas à problemática da igualdade de género, governamentais e não governamentais, estão a desenvolver intensas campanhas de sensibilização que advogam, por um lado, no sentido de tornar a violência doméstica um crime público – com a finalidade de ter instrumentos que permitam uma acção mais imediata e eficaz perante este tipo de manifestações; por outro lado, pela introdução do princípio da paridade de género nos processos eleitorais – para alterar o panorama da fraca representação política das mulheres na esfera do poder legislativo e autárquico.
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